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CNAE Sem Fins Lucrativos: Qual o Código Correto?

6 de julho, 2026

CNAE Sem Fins Lucrativos: Guia Prático para Associações Definir as atividades econômicas de uma organização social logo na abertura exige atenção redobrada com as normas da Receita Federal. Atualmente, escolher o código de cnae sem fins lucrativos correto representa um passo crítico para assegurar a regularidade jurídica e obter imunidades tributárias. Certamente, existem caminhos diversos para enquadrar a sua entidade, variando conforme a atuação principal em assistência social, cultura, esportes ou defesa de direitos. Diante disso, preparamos este artigo detalhado para ajudar você a entender as tabelas oficiais e escolher os códigos ideais para o seu estatuto. Sumário O que é o CNAE e como ele funciona no terceiro setor Os principais códigos de CNAE para associações sociais Como a escolha afeta a isenção de impostos e editais Posso ter atividades comerciais secundárias no CNPJ? Erros comuns na hora de registrar os códigos no CNPJ Perguntas frequentes sobre o enquadramento de associações O que é o CNAE e como ele funciona no terceiro setor Primeiramente, a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) serve para padronizar os códigos de atividades econômicas em todo o território nacional. Essa tabela, gerenciada oficialmente pelo IBGE, ajuda o governo a identificar o que cada instituição de fato realiza no dia a dia. Surpreendentemente, muitos fundadores acreditam que associações não precisam dessa classificação por não buscarem o lucro comercial. Contudo, a classificação exata da atividade continua sendo obrigatória para fins cadastrais na Receita Federal e na prefeitura local. Escolher códigos incompatíveis com a verdadeira missão da sua entidade gera entraves burocráticos graves imediatamente. Além disso, essa inconsistência bloqueia a emissão de alvarás de funcionamento e impede a assinatura de convênios com o poder público. Os principais códigos de CNAE para associações sociais A tabela oficial disponibiliza códigos específicos para os variados ramos de atuação dentro do vasto universo do terceiro setor. De fato, mapear esses números de antemão simplifica o processo de registro do estatuto social nos cartórios de pessoas jurídicas. Atividades de organizações associativas Antes de tudo, a divisão 94 da tabela concentra as principais opções voltadas para a defesa de direitos e causas comunitárias. Por exemplo, o código 9430-8/00 atende especificamente as atividades de associações de defesa de direitos sociais. Com o intuito de abrigar causas culturais, de preservação ambiental ou de desenvolvimento local, esse costuma ser o ponto de partida padrão. Logo após definir esse código principal, a diretoria pode adicionar outras atividades secundárias que complementem a operação diária. Assistência social e saúde Se acaso o foco central da instituição for o atendimento direto a populações vulneráveis, os códigos mudam para a divisão 88. O código 8800-6/00, por exemplo, abrange os serviços de assistência social prestados em residências ou centros comunitários. Em virtude das exigências para obter o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), a precisão aqui deve ser total. Afinal, os órgãos federais avaliam minuciosamente se o código do CNPJ condiz exatamente com a atividade descrita nos relatórios sociais. 1 Analisar os objetivos sociais descritos no rascunho do estatuto da instituição; 2 Consultar a tabela Concla no site do IBGE para localizar a seção de atividades associativas; 3 Definir um código principal que represente o coração da operação social; 4 Selecionar códigos secundários para atividades acessórias, como cursos ou eventos beneficentes; 5 Validar a compatibilidade da lista final de códigos com as regras de isenção fiscal. Como a escolha afeta a isenção de impostos e editais A definição desses números cadastrais dita as regras fiscais que a Receita Federal aplicará sobre as receitas da sua organização. Dessa maneira, um enquadramento incorreto pode fazer com que o fisco considere suas receitas como tributáveis, gerando cobranças retroativas indevidas. Com o propósito de usufruir dos benefícios da lei, os códigos do CNPJ devem conversar perfeitamente com a narrativa do estatuto social. Para entender melhor como essa amarração blinda o caixa da sua entidade, leia nosso artigo sobre isencao tributaria para associacoes pague menos impostos e evite riscos desnecessários. Além disso, as grandes empresas e os órgãos públicos avaliam esses dados logo na triagem de projetos e chamamentos públicos. Se o edital exige uma instituição cultural e o seu CNPJ aponta uma atividade estritamente esportiva, a eliminação será inevitável. Defesa de Direites Código Recomendado (Exemplo) 9430-8/00 Foco Principal da Atividade Atividades de associações de defesa de direitos sociais; Cultura e Arte Código Recomendado (Exemplo) 9493-6/00 Foco Principal da Atividade Atividades de organizações associativas ligadas à cultura e arte; Desenvolvimento Local Código Recomendado (Exemplo) 9499-5/00 Foco Principal da Atividade Outras atividades associativas não especificadas anteriormente. Posso ter atividades comerciais secundárias no CNPJ? Muitas organizações promovem jantares, bazares, cursos ou vendem produtos personalizados com o intuito de arrecadar funds para os projetos sociais. Inegavelmente, essa prática ajuda muito na sustentabilidade financeira de longo prazo da associação civil. Portanto, inclua códigos secundários que reflitam essas atividades geradoras de receita própria no cadastro oficial do CNPJ. Desde que todo o resultado financeiro seja reinvestido integralmente na causa, a Receita Federal permite essa atuação comercial secundária. Todavia, o fluxo contábil dessas operações comerciais exige lançamentos totalmente apartados e rastreáveis na escrituração regular. Saiba como estruturar essa separação de receitas lendo nosso guia sobre plano de contas do terceiro setor como estruturar para manter a transparência absoluta exigida por lei. Está com dúvidas sobre quais códigos selecionar na abertura ou alteração da sua associação social? Solicite uma análise cadastral gratuita com os especialistas da AndCont e regularize sua entidade. Falar com Especialista Erros comuns na hora de registrar os códigos no CNPJ O erro mais comum cometido por fundadores é selecionar dezenas de atividades aleatórias na tentativa de abraçar todas as causas possíveis de uma vez. Em virtude desse excesso de informações, a prefeitura local pode exigir vistorias complexas de vigilância sanitária ou segurança desnecessárias. Excesso de códigos aleatórios Selecionar dezenas de atividades na tentativa de abraçar todas as causas gera burocracia excessiva e vistorias desnecessárias de órgãos municipais. Esquecer de atualizar o cadastro Mudar o foco ou expandir ações sem atualizar os códigos cria uma desconexão jurídica perigosa,

Plano de Contas do Terceiro Setor: Como Estruturar

Plano de Contas do Terceiro Setor: Guia Prático para Associações Organizar as finanças de uma associação social exige uma estrutura contábil completamente diferente das empresas comerciais tradicionais. Atualmente, estruturar o plano de contas do terceiro setor de forma correta representa o primeiro passo para garantir a transparência exigida por fiscalizadores e doadores. Certamente, existem caminhos diversos para montar essa árvore de contas, variando entre modelos genéricos e sistemas totalmente customizados por projetos. Diante disso, preparamos este guia prático para ajudar você a entender as exigências legais e escolher a melhor alternativa de organização para sua entidade. Sumário O que muda na contabilidade das organizações sociais Por que a segregação por projetos é obrigatória Estrutura básica do plano de contas do terceiro setor Comparativo de abordagens para estruturação contábil A importância das isenções tributárias na montagem do plano Erros comuns que colocam em risco os projetos sociais Perguntas frequentes sobre contabilidade do terceiro setor O que muda na contabilidade das organizações sociais Primeiramente, as entidades sem fins lucrativos não buscam o lucro, mas sim o superávit para reinvestimento na própria causa social. Por causa dessa natureza jurídica particular, os termos técnicos e os registros contábeis sofrem modificações profundas que confundem profissionais generalistas. Dessa forma, enquanto uma empresa tradicional utiliza termos como Capital Social e Lucro Líquido, a sua ONG precisa utilizar Patrimônio Social e Superávit ou Déficit. Sob o mesmo ponto de vista, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) dita regras rígidas por meio da Interpretação Técnica ITG 2002. Não seguir esse padrão oficial traz dores de cabeça gigantescas na hora de prestar contas aos conselhos municipais ou ao Ministério Público. Além disso, a falta de clareza nas demonstrações financeiras afasta patrocinadores importantes que exigem profissionalismo máximo antes de liberarem qualquer centavo. Por que a segregação por projetos é obrigatória Uma das maiores particularidades desse segmento é a necessidade absoluta de rastrear a origem e a aplicação de cada recurso financeiro recebido. Inegavelmente, se a sua organização ganha uma verba para construir uma creche, esse dinheiro não pode se misturar com as despesas cotidianas de luz e internet da sede. Portanto, o seu plano contábil deve permitir a criação de centros de custos específicos para cada edital, convênio ou contrato assinado. Como resultado, ao final do período, você consegue emitir relatórios isolados mostrando exatamente o destino do dinheiro de cada parceiro. Isso reduz drasticamente a complexidade na hora de auditorias externas avaliarem a saúde financeira da instituição, eliminando riscos de desclassificação em futuros processos seletivos. Afinal, a burocracia do setor exige que os saldos de convênios apareçam destacados tanto no ativo quanto no passivo da entidade. Estrutura básica do plano de contas do terceiro setor Montar esse esqueleto contábil envolve respeitar as classes tradicionais de ativos, passivos, receitas e despesas, mas adaptando as nomenclaturas internas para a realidade social. De fato, conhecer essa divisão ajuda a entender onde alocar cada movimentação financeira sem cometer erros básicos. Ativo e passivo vinculados Antes de tudo, o ativo abriga os bens, direitos e as contas bancárias específicas de cada projeto com restrição de uso. Em contrapartida, o passivo registra as obrigações da entidade, incluindo as verbas de convênios públicos que ainda não foram executadas. A princípio, esse saldo do passivo funciona como uma receita diferida, que só vai transitar pelo resultado à medida que as metas do projeto forem cumpridas. Se acaso a sua organização esquecer essa regra, ela inflará as receitas do ano de forma artificial e totalmente errada. Receitas com e sem restrição As receitas precisam ser divididas entre aquelas que possuem destinação carimbada e as que são de uso livre pela diretoria da associação. Por exemplo, mensalidades de associados e doações espontâneas via caixas de coleta entram como recursos sem restrição. Por outro lado, verbas de emendas parlamentares ou contratos com empresas privadas possuem destinação específica e exigem contas de receita totalmente apartadas no sistema. Com toda a certeza, essa separação facilita a apuração de resultados por atividade, dando clareza para a gestão. 1 Criar as contas de Patrimônio Social em substituição ao Capital Social tradicional; 2 Abrir contas bancárias específicas para cada convênio público recebido no Ativo Circulante; 3 Criar subcontas de obrigações vinculadas a convênios no Passivo Circulante; 4 Segregar o grupo de receitas em “Recursos com Restrição” e “Recursos sem Restrição”; 5 Vincular centros de custos específicos para cada projeto social ativo na instituição. Comparativo de abordagens para estruturação contábil Muitos gestores ficam na dúvida se contratam um sistema contábil engessado ou se desenham uma estrutura totalmente do zero junto a profissionais experientes. Cada modelo apresenta pontos positivos e negativos dependendo do volume de recursos movimentados anualmente. Modelo Padronizado Genérico Vantagens Principais Implantação rápida e menor custo inicial de configuração Desvantagens e Riscos Não atende às exigências de editais públicos específicos; Estrutura por Centros de Custos Vantagens Principais Rastreabilidade total de cada projeto social em tempo real Desvantagens e Riscos Exige equipe qualificada para fazer as conciliações diárias; Modelo customizado por convênio Vantagens Principais Total segurança jurídica perante órgãos de fiscalização Desvantagens e Riscos Complexidade alta para manter as contas atualizadas sem erros. A importância das isenções tributárias na montagem do plano Manter a contabilidade regularizada também serve para usufruir dos benefícios fiscais que a lei concede ao terceiro setor. Mas, para não perder esse direito, a instituição precisa demonstrar em suas contas que cumpre todos os requisitos exigidos pela Receita Federal. As contas de despesas devem evidenciar que nenhum diretor recebe remuneração ou distribuição de lucros disfarçada, mantendo o foco integral na causa social. De maneira idêntica, as receitas comerciais eventuais, como a venda de camisas ou bazares beneficentes, devem constar de forma clara para não desenquadrar a imunidade. A sua organização está com dificuldades para montar um plano de contas adequado às leis fiscais? Peça agora mesmo um diagnóstico gratuito da sua estrutura contábil com o time da AndCont e evite multas. Erros comuns que colocam em risco os projetos sociais Muitos escritórios generalistas utilizam o plano de contas de empresas do Lucro Presumido para

Captação de Recursos para ONGs: Como Conseguir Verbas

Captação de Recursos para ONGs Manter uma organização do terceiro setor ativa exige muito planejamento, dedicação e, acima de tudo, dinheiro em caixa. Atualmente, a captação de recursos financeiros para ongs representa o maior desafio para gestores que desejam transformar realidades sociais. Certamente, existem caminhos diversos para garantir a sustentabilidade financeira da sua associação, desde editais públicos até doações de pessoas físicas. Diante disso, preparamos este guia completo para ajudar você a analisar as opções disponíveis e escolher as melhores estratégias de financiamento. Sumário O que é captação de recursos e por que ela é vital? Principais fontes de financiamento para o terceiro setor Como as leis de incentivo fiscal ajudam na captação Erros comuns que bloqueiam a entrada de dinheiro O papel da contabilidade especializada no terceiro setor Perguntas frequentes sobre financiamento de ONGs O que é captação de recursos e por que ela é vital? Primeiramente, captar recursos significa reunir os meios necessários para realizar os projetos da sua instituição social. Esses recursos podem ser financeiros, materiais ou até mesmo humanos, como o trabalho voluntário. Surpreendentemente, muitas organizações fecham as portas por falta de verba crônica, simplesmente porque dependem de uma única fonte de renda. Portanto, diversificar os canais de arrecadação ajuda a proteger a sua entidade contra crises inesperadas e garante a continuidade das atividades. Alcançar a estabilidade financeira exige uma prestação de contas impecável e total transparência com os apoiadores. Afinal, as pessoas e empresas só investem o dinheiro delas em projetos que demonstram profissionalismo e seriedade jurídica. Principais fontes de financiamento para o terceiro setor Existem canais tradicionais que injetam capital diretamente nos seus projetos, desde que a documentação da ONG esteja em dia. De fato, conhecer cada alternativa detalhadamente facilita o processo de escolha da estratégia ideal para o momento atual da sua associação. Doações de pessoas físicas Antes de tudo, o apoio de indivíduos que se identificam com a sua causa é a base de sustentabilidade de muitas instituições. Esse tipo de captação acontece por meio de campanhas de arrecadação online, apadrinhamento de projetos ou doações pontuais. Com o intuito de atrair esses doadores, você precisa investir em uma comunicação humanizada, clara e constante nas redes sociais. Logo após receber as contribuições, lembre-se de enviar relatórios mostrando exatamente onde o dinheiro foi investido. Editais de empresas privadas Grandes companhias costumam destinar parte do seu orçamento para projetos de responsabilidade social corporativa através de editais. Inegavelmente, essa é uma excelente oportunidade para conseguir verbas expressivas de uma única vez. Por causa de regras rígidas de compliance, as corporações exigem certidões negativas de débitos e relatórios de atividades anteriores bem detalhados. Se acaso a sua documentação contiver falhas, a sua entidade será desclassificada logo na primeira fase do processo de seleção. Editais públicos e emendas parlamentares O poder público também financia projetos sociais por meio de repasses governamentais, chamamentos públicos e parcerias diretas. De acordo com o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), a transparência no uso dessas verbas públicas deve ser total. 1 Organizar estatuto social e ata de eleição da diretoria atualizada; 2 Regularizar todas as certidões fiscais e tributárias nos âmbitos municipal, estadual e federal; 3 Inscrever a organização nos conselhos municipais de direitos da sua área de atuação; 4 Elaborar um plano de trabalho detalhado com metas, cronograma e orçamento claro. Como as leis de incentivo fiscal ajudam na captação Muitas empresas e pessoas físicas podem destinar parte do imposto de renda devido diretamente para os projetos da sua ONG. Dessa maneira, o doador não gasta nada a mais, visto que ele apenas direciona um dinheiro que iria para o governo. Com o propósito de utilizar esse mecanismo, a sua instituição precisa aprovar os projetos em órgãos federais ou estaduais competentes. A Lei Rouanet, a Lei de Incentivo ao Esporte e os fundos da infância (FIA) são ótimos exemplos desse formato. Doações de Pessoas Físicas Vantagens Principais Maior autonomia e recorrência financeira Principais Desafios Exige esforço contínuo de marketing e relacionamento; Editais de Empresas Vantagens Principais Volumes maiores de recursos financeiros Principais Desafios Burocracia alta e concorrência muito acirrada; Leis de Incentivo Fiscal Vantagens Principais Atrativo para empresas que buscam abater impostos Principais Desafios Exige projetos aprovados previamente em ministérios. Erros comuns que bloqueiam a entrada de dinheiro Muitos gestores focam apenas em pedir dinheiro, mas se esquecem de que a contabilidade da ONG precisa estar impecável. Em virtude de uma gestão contábil amadora, muitos recursos financeiros acabam sendo perdidos ou rejeitados na hora da assinatura dos contratos. A ausência de isenções tributárias devidamente regularizadas faz com que a organização pague impostos desnecessários, reduzindo a verba dos projetos sociais. Além disso, a falta de escrituração contábil correta impede a emissão do Certificado de Regularidade Cadastral de Entidades (CRCE) e outras licenças fundamentais. Gestão Contábil Amadora Provoca a perda ou rejeição de recursos financeiros na assinatura dos contratos. Ausência de Isenções Faz com que a organização pague impostos desnecessários, reduzindo verbas. Falta de Escrituração Correta Impede a emissão do CRCE e outras licenças fundamentais para o funcionamento legal. Quer descobrir se a contabilidade da sua ONG está pronta para receber verbas governamentais e privadas sem riscos fiscais? Solicite um diagnóstico contábil gratuito com o time da AndCont e regularize a sua instituição. Fale no WhatsApp O papel da contabilidade especializada no terceiro setor Uma gestão financeira saudável depende de um suporte técnico que entenda as particularidades tributárias e fiscais das associações civis. O terceiro setor possui regras específicas de prestação de contas que diferem completamente das empresas tradicionais do Lucro Presumido. Manter relatórios contábeis transparentes ajuda a construir uma imagem de total confiabilidade perante o mercado e os órgãos fiscalizadores. Por consequência, os financiadores sentem total segurança em depositar recursos financeiros na conta bancária da sua instituição. Se você atua no Rio de Janeiro e quer entender mais sobre a regularização de instituições religiosas ou sociais, vale a pena ler sobre contador especialista em igrejas rj regularize agora para ver como a conformidade fiscal é indispensável. Da mesma forma,

Isenção Tributária para Associações: Pague Menos Impostos

1 de julho, 2026

Isenção Tributária para Associações: O Guia Completo Conquistar a isenção tributária para associações é o passo mais inteligente para direcionar recursos à sua verdadeira missão. Muitas entidades do Terceiro Setor pagam impostos indevidamente por desconhecerem as alternativas legais disponíveis. O caminho para a desoneração exige escolhas estratégicas. Existem diferentes opções de regularização, desde a imunidade constitucional até certificações específicas de isenção fiscal. Este artigo guiará você por essas alternativas. Entenda os critérios, compare os requisitos e descubra como adequar sua documentação sem complicações. Proteja o caixa da sua instituição escolhendo a rota contábil mais segura e eficiente. Neste artigo você verá: Entendendo as Regras: Imunidade ou Isenção? Requisitos Legais para a Desoneração Quais Impostos a sua Associação Deixa de Pagar? Tecnologia e Gestão no Terceiro Setor Como Evitar a Perda do Benefício Fiscal Casos Práticos: Igrejas e Entidades Religiosas Quanto Custa e Qual o Retorno do Investimento? Perguntas Frequentes (FAQ) O Próximo Passo para a Excelência Administrativa Entendendo as Regras: Imunidade ou Isenção? Muitos gestores confundem os termos jurídicos na hora de regularizar a instituição. Compreender essa diferença evita autuações futuras e garante o planejamento correto. As duas alternativas reduzem a carga de impostos da entidade. No entanto, a origem do direito e os critérios de manutenção são completamente diferentes. Avaliar qual modalidade atende o seu cenário é o primeiro passo de um diagnóstico bem-sucedido. O que é a Imunidade Tributária? A imunidade tributária é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal. Ela impede que o governo crie impostos sobre o patrimônio, a renda ou os serviços de entidades específicas. Partidos políticos, sindicatos e instituições de educação ou assistência social sem fins lucrativos entram nessa categoria. Trata-se de uma proteção máxima do Estado. O benefício não pode ser revogado por leis comuns. Contudo, a entidade precisa cumprir requisitos rigorosos de transparência para manter esse status ativo. O que é a Isenção Tributária? A isenção tributária funciona como uma dispensa legal do pagamento do imposto. O governo tem o direito de cobrar o tributo, mas escolhe abrir mão dessa cobrança através de uma lei específica. Esse benefício abrange associações civis, clubes recreativos e organizações não governamentais (ONGs) que não se enquadram na imunidade. Diferente da imunidade, a isenção pode ser revogada ou alterada se a legislação mudar. Isso exige um acompanhamento contábil ainda mais próximo e contínuo. Imunidade Tributária Garantia da Constituição Federal. Impede a criação de impostos. Não pode ser revogada por leis comuns. Aplicável a entidades religiosas, sindicatos, partidos, educação e assistência social. Isenção Tributária Dispensa legal prevista em lei específica. O governo decide não cobrar o tributo. Pode ser alterada ou revogada. Aplicável a associações civis, ONGs e clubes recreativos em geral. Requisitos Legais para a Desoneração A Receita Federal não concede benefícios fiscais de forma automática. O processo exige a estruturação impecável da instituição desde o seu nascimento. Muitos projetos sociais operam na informalidade por medo da burocracia. No entanto, a regularização é o único caminho seguro para receber doações de grandes empresas e participar de editais. O Código Tributário Nacional (CTN) estabelece regras claras para organizações que buscam esses benefícios. Critérios Obrigatórios de Atuação O primeiro requisito é não distribuir qualquer parcela de patrimônio ou renda. Todos os lucros obtidos devem ser integralmente reinvestidos na manutenção dos objetivos sociais. A associação também deve aplicar seus recursos exclusivamente no território nacional. Remessas internacionais de valores descaracterizam o propósito do incentivo fiscal brasileiro. Por fim, é obrigatório manter a escrituração contábil em dia. Os livros fiscais devem registrar todas as receitas e despesas com exatidão técnica. Vencendo o Medo da Burocracia A documentação necessária para o processo assusta muitos fundadores. Porém, com orientação especializada, as etapas fluem com rapidez e segurança. A adequação do Estatuto Social é a base de tudo. O documento deve conter cláusulas específicas exigidas pelo fisco para garantir a natureza não lucrativa. Organizar esses papéis não é um custo, mas um investimento. Uma estrutura legal sólida atrai investidores e voluntários engajados. Não distribuir qualquer parcela de patrimônio ou renda. Aplicar todos os recursos integralmente na manutenção dos objetivos sociais. Garantir que os recursos sejam aplicados exclusivamente em território nacional. Manter a escrituração contábil perfeitamente em dia e exata. Adequar o Estatuto Social com cláusulas de natureza não lucrativa. Quais Impostos a sua Associação Deixa de Pagar? O impacto financeiro de uma estruturação fiscal correta transforma a realidade da instituição. Valores que antes iam para o governo passam a financiar cestas básicas, educação e projetos culturais. A abrangência da desoneração depende das certificações que a associação possui. Algumas entidades conseguem zerar praticamente toda a carga tributária federal. Veja como essa economia se aplica na prática aos principais tributos brasileiros. Impostos Federais Dispensados Associações isentas não recolhem o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ). A Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) também sai do radar das despesas. Além disso, há benefícios relacionados ao PIS e à COFINS. Entidades beneficentes pagam o PIS apenas sobre a folha de pagamento, com uma alíquota reduzida de 1%. Essa economia direta no fluxo de caixa permite a contratação de novos colaboradores para a operação diária. Benefícios Estaduais e Municipais A regularização também abre portas para isenções regionais. No município, a entidade pode solicitar a isenção do IPTU sobre os imóveis utilizados em suas atividades. O Imposto sobre Serviços (ISS) também pode ser dispensado, dependendo da legislação da sua cidade. No Rio de Janeiro, por exemplo, associações regulares encontram caminhos claros para essa solicitação. Já no âmbito estadual, doações recebidas podem ser isentas do ITCMD. O ICMS também possui regras de isenção para a compra de equipamentos destinados ao uso da ONG. Você sabe se a sua associação está aproveitando todos os benefícios fiscais disponíveis na lei? Agende um diagnóstico consultivo e descubra oportunidades seguras para reduzir seus custos operacionais. Agende um diagnóstico consultivo Tecnologia e Gestão no Terceiro Setor A transparência exigida pelo fisco demanda processos administrativos ágeis. Controlar doações e despesas usando cadernos ou planilhas amadoras aumenta o risco de falhas. A boa notícia é que o

Contador Especialista em Igrejas RJ: Regularize Agora

15 de junho, 2026

Tocar um templo religioso envolve uma missão espiritual grandiosa, mas as obrigações com o governo exigem cuidados práticos muito bem estruturados. Certamente, lidar com dízimos, ofertas, taxas municipais e folha de pagamento gera uma montanha de papéis que tira o sono dos líderes. Encontrar uma assessoria de contabilidade para igrejas no Rio de Janeiro é o passo inicial com o intuito de proteger a sua comunidade de multas pesadas. Afinal, a fiscalização da Receita Federal monitora de perto as contas bancárias das instituições, mesmo as que possuem imunidade de impostos. A AndCont conhece essa caminhada desde 1998 e atua como uma parceira estratégica para cuidar da sua rotina administrativa. O que faz um contador especialista em igrejas rj? Um profissional especializado atua para organizar toda a escrituração fiscal, contábil e trabalhista de acordo com as leis do terceiro setor. Inegavelmente, o cotidiano financeiro de um templo possui regras únicas, já que a maior parte das entradas vem de contribuições voluntárias dos fiéis. Por causa disso, o escritório registra cada entrada e saída para garantir a prestação de contas transparente exigida pelos órgãos oficiais. Do mesmo modo, o contador elabora as declarações anuais obrigatórias para assegurar que o CNPJ da igreja não seja bloqueado de surpresa. Controle rigoroso de dízimos e ofertas Primeiramente, o escritório organiza o fluxo de caixa estruturando os recebimentos de doações, sejam elas em dinheiro, Pix ou cartão de crédito. Como resultado, a diretoria consegue demonstrar de onde os recursos vieram e como eles foram aplicados nos projetos sociais da comunidade. Gestão da prebenda e folha de funcionários Além disso, a assessoria cuida dos registros dos colaboradores da secretaria ou manutenção sob as normas da CLT. Da mesma forma, o contador faz a apuração correta da prebenda pastoral, aplicando as retenções necessárias sem gerar riscos trabalhistas para o templo. Como funciona a imunidade e a isenção de impostos para templos? A Constituição Federal assegura que os templos de qualquer culto possuem imunidade de impostos sobre a renda, patrimônio e serviços essenciais. Contudo, essa colher de chá não acontece de forma automática, pois exige o cumprimento estrito de deveres descritos no Código Tributário Nacional. A princípio, a imunidade barra a cobrança de impostos diretos, mas a igreja ainda precisa arcar com taxas e contribuições previdenciárias normais. Por exemplo, se a instituição contratar um prestador de serviço autônomo, precisará reter e recolher os tributos cabíveis. Veja os detalhes abaixo: Tipo de tributo Situação das igrejas no Rio Exigência principal para o benefício Imposto de renda (IRPJ) Imunidade nacional Não distribuir nenhuma parcela de sobra financeira; IPTU do imóvel Imunidade municipal (Rio) Ocupar o imóvel próprio ou alugado com as atividades do culto; IPVA de veículos Imunidade estadual (RJ) Veículo registrado na igreja e usado no trabalho pastoral; ISSQN Imunidade sobre serviços Serviços executados que tenham ligação com a fé cristã; INSS patronal Recolhimento obrigatório Pagamento regular sobre os funcionários registrados em carteira. Benefícios de ter uma assessoria contábil qualificada no Rio de Janeiro Contar com o apoio técnico da AndCont garante que a sua comunidade caminhe de forma segura, mantendo as certidões de regularidade totalmente limpas. Além de tudo, a transparência contábil transmite mais confiança para a membresia investir nos projetos de expansão do templo e em obras sociais. Sem dúvida, deixar as finanças nas mãos de um profissional generalista coloca o direito de não pagar impostos em grande perigo. Se você deseja aprofundar seu conhecimento sobre o papel das finanças nas organizações sociais, vale ler sobre contabilidade para instituições mais que números uma ferramenta de impacto social. Proteção total contra multas da Receita Federal De fato, o esquecimento de obrigações acessórias gera penalidades automáticas que drenam o caixa que deveria ir para a obra de Deus. Todavia, sob a supervisão de um especialista, cada prazo é cumprido rigorosamente, neutralizando riscos de notificações fiscais desagradáveis na sua porta. Blindagem do patrimônio pessoal dos líderes Eventualmente, erros administrativos graves podem fazer com que a Justiça busque os bens dos pastores ou presidentes para quitar dívidas do templo. Em contrapartida, mantendo uma contabilidade impecável e separada, o patrimônio dos fundadores fica juridicamente isolado e protegido de quaisquer problemas da instituição. Quando utilizar ou evitar serviços contábeis comuns? Muitos pastores cometem o erro de entregar os documentos da igreja para aquele contador conhecido que só atende empresas do comércio ou prestadores. Embora esse profissional tenha boa vontade, a verdade é que as normas técnicas das organizações religiosas são completamente diferentes do mercado corporativo. Quando evitar o escritório tradicional Você deve evitar o atendimento tradicional quando a equipe contábil confunde o fechamento de um negócio comercial com a contabilidade eclesiástica. Isto é, escritórios comuns desconhecem detalhes sobre fundos de missões, contabilidade integrada de departamentos e as regras específicas da Nota Carioca. Quando buscar uma contabilidade de nicho Por outro lado, o momento exato para buscar o suporte da AndCont é logo na fase de elaboração do estatuto em cartório. Desse modo, a estrutura jurídica nasce alinhada com as exigências fiscais atuais, evitando retrabalho e gastos maiores com correções futuras de documentos. A pressa ou o amadorismo nesse início costumam travar o crescimento da igreja e gerar dores de cabeça gigantescas com o fisco. Para não cair nessas armadilhas, conheça os 5 erros na contabilidade de entidades sem fins lucrativos que podem estar te custando caro. Erros comuns na gestão financeira de templos religiosos A rotina de cuidar de vidas é intensa, e por vezes a parte administrativa acaba ficando em segundo plano nas igrejas fluminenses. Com o propósito de alertar sua liderança antes que o pior aconteça, listamos os tropeços mais frequentes observados no mercado: Por consequência, essas falhas geram a perda das certidões negativas, impedindo que a igreja compre bens ou regularize contas nos bancos. Tendências modernas para a administração de igrejas Atualmente, o avanço da tecnologia transformou a maneira como os fiéis contribuem, popularizando as ofertas por meio de Pix e cartões. Por causa disso, a contabilidade precisa usar sistemas integrados que cruzem esses dados bancários com os relatórios fiscais

Contabilidade para igrejas no Rio de Janeiro especializada

Tocar um templo religioso envolve uma missão espiritual grandiosa, mas a estrutura física e jurídica exige cuidados administrativos bem terrenos. Certamente, lidar com dízimos, ofertas e manutenção do espaço gera obrigações burocráticas pesadas junto aos órgãos públicos municipais e federais. Encontrar uma contabilidade para igrejas no Rio de Janeiro é o passo primordial com o intuito de proteger a sua instituição de multas severas. Afinal, o fisco não perdoa erros na prestação de contas, mesmo quando a entidade possui direitos de isenção tributária. A AndCont conhece essa realidade desde 1998 e atua como um braço direito forte para cuidar da sua gestão. O que faz uma contabilidade para igrejas no Rio de Janeiro? Uma assessoria especializada realiza toda a escrituração contábil, fiscal e a gestão da folha de pagamento seguindo as regras do terceiro setor. Inegavelmente, os templos religiosos possuem uma dinâmica financeira muito específica, baseada em contribuições voluntárias dos fiéis. Por causa disso, o contador valida a entrada dos recursos e garante que os relatórios reflitam a total transparência dos valores recebidos. Do mesmo modo, o profissional envia as declarações obrigatórias para a Receita Federal, evitando que o CNPJ da comunidade seja bloqueada. Controle de dízimos e ofertas Primeiramente, o escritório organiza o fluxo de caixa registrando cada entrada de dízimos, ofertas e doações caritativas com precisão. Como resultado, a diretoria consegue prestar contas claras para os membros da comunidade e comprovar a destinação correta dos valores. Gestão da folha de funcionários e ministros Além disso, a contabilidade elabora os pagamentos de funcionários da limpeza, músicos e secretários de acordo com a CLT. Da mesma forma, ela faz a correta apuração da prebenda pastoral, que é a remuneração paga aos ministros de confissão religiosa. Como funciona a imunidade tributária para os templos de qualquer culto? A Constituição Federal garante que os templos de qualquer culto possuem imunidade de impostos sobre seu patrimônio, renda e serviços essenciais. Contudo, esse benefício não desobriga a instituição de manter uma contabilidade regular e entregar as declarações exigidas por lei. A princípio, para usufruir dessa proteção, a comunidade religiosa precisa cumprir requisitos rígidos determinados pelo Código Tributário Nacional. Por exemplo, a igreja não pode distribuir nenhuma parcela do seu patrimônio ou de suas rendas a título de lucro. Veja o panorama tributário: Tipo de tributo Situação do templo religioso Regra de aplicação no Rio de Janeiro Imposto de renda (IRPJ) Imunidade total Recursos devem ser aplicados integralmente na manutenção da igreja; IPTU do templo Imunidade municipal Válido para imóveis próprios ou alugados que sediem os cultos; IPVA dos veículos Imunidade estadual Carros registrados em nome da igreja e usados nas atividades pastorais; ISSQN Imunidade sobre serviços Serviços ligados diretamente às finalidades religiosas da instituição; Contribuição previdenciária Recolhimento obrigatório Cota patronal sobre funcionários e retenções dos prestadores de serviço. Benefícios de contar com uma assessoria contábil especializada Contratar o suporte da AndCont assegura que a sua liderança religiosa não perca noites de sono por causa de fiscalizações surpresa. Além de tudo, a organização dos documentos financeiros facilita a abertura de contas bancárias e a obtenção de financiamentos para reformas. Sem dúvida, deixar a papelada nas mãos de quem não domina as regras do terceiro setor coloca a imunidade do templo em risco. Se você quer entender a importância das certidões necessárias para proteger sua instituição, veja quais são as principais certidões exigidas para ONGs, OSCIPs e associações. Proteção patrimonial dos líderes Com toda a certeza, erros contábeis graves podem fazer com que as dívidas da igreja recaiam sobre os bens pessoais dos pastores. Em virtude de uma contabilidade bem estruturada, o patrimônio da diretoria fica totalmente isolado e protegido de problemas jurídicos do templo. Adequação às exigências legais modernas Atualmente, o cerco digital da Receita Federal exige o envio rápido de informações detalhadas através de plataformas eletrônicas complexas. Dessa forma, ter um parceiro tecnológico poupa tempo e garante que sua comunidade religiosa caminhe estritamente dentro da lei atual. Quando utilizar ou evitar serviços contábeis tradicionais? Muitos líderes religiosos cometem o erro crasso de buscar escritórios comuns, focados em empresas do Simples Nacional ou Lucro Presumido. Embora esses contadores sejam competentes no comércio, as regras para organizações religiosas seguem caminhos completamente distintos na legislação brasileira. Quando evitar o contador de empresas comuns Você deve evitar o suporte generalista se o profissional não dominar a Escrituração Contábil Digital (ECD) aplicada a entidades imunes. Sob o mesmo ponto de vista, escritórios tradicionais costumam falhar ao classificar rendas de cantinas, eventos beneficentes e congressos da igreja. Quando buscar o suporte da AndCont Por outro lado, o momento exato para buscar a nossa assessoria é logo no planejamento da fundação da sua comunidade. Dessa maneira, elaboramos o estatuto social e a ata de eleição com as cláusulas corretas para o registro no RCPJ. A falta de zelo nessa etapa inicial costuma travar o andamento das atividades e gerar custos extras desnecessários. Para compreender melhor esses perigos, leia sobre os 5 erros na contabilidade de entidades sem fins lucrativos que podem estar te custando caro. Erros comuns na gestão financeira de igrejas fluminenses A rotina corrida das comunidades religiosas na capital fluminense ou na Baixada pode gerar pequenos deslizes que se transformam em bolas de neve. Com o propósito de alertar sua liderança, separamos as falhas mais comuns vistas no mercado atual: Nesse sentido, a proteção das informações dos seus membros também merece atenção total para evitar processos judiciais severos. Recomendamos a leitura do nosso artigo sobre LGPD no terceiro setor para entender como blindar seus dados. Tendências e ferramentas para a contabilidade eclesiástica A modernização chegou aos templos e mudou a forma como os dízimos são arrecadados através do Pix e maquininhas de cartão. Com efeito, essa facilidade exige ferramentas integradas de gestão para que a contabilidade consiga conciliar os extratos bancários sem erros humanos. A AndCont adota sistemas modernos que automatizam o registro dessas movimentações, gerando relatórios limpos e fáceis de ler para toda a liderança. Ademais, essa transparência fortalece a confiança da membresia nas assembleias ordinárias de

Contabilidade para ONG no Rio de Janeiro especializada

Contabilidade para ONG no Rio de Janeiro Gerar uma organização da sociedade civil traz desafios gigantescos que vão muito além da causa social, principalmente na Cidade Maravilhosa. Certamente, manter a conformidade fiscal e garantir a transparência para os doadores exige um suporte técnico muito bem direcionado. Encontrar uma contabilidade para ONG no Rio de Janeiro de confiança se torna o passo principal para proteger a sua instituição de multas pesadas. Afinal, a burocracia do terceiro setor possui regras específicas que nenhuma diretoria pode ignorar. A AndCont entende essa realidade de perto e atua como o braço direito na gestão administrativa da sua causa. Neste Artigo O que faz uma contabilidade para ONG no Rio de Janeiro? Como funciona a imunidade e a isenção de impostos no terceiro setor? Benefícios de ter um suporte contábil especializado Quando utilizar ou evitar serviços contábeis comuns? Erros comuns na gestão financeira de ONGs no Rio de Janeiro Tendências e ferramentas modernas para associações Perguntas frequentes sobre contabilidade para associações no RJ O que faz uma contabilidade para ONG no Rio de Janeiro? Uma contabilidade especializada cuida de toda a escrituração contábil, fiscal e trabalhista com foco nas regras exclusivas das organizações sem fins lucrativos. Inegavelmente, o terceiro setor não busca o lucro, mas isso não significa que ele está livre de prestar contas para o governo. De fato, a contabilidade especializada atua para manter a saúde financeira da instituição em dia, registrando cada centavo que entra e sai. Como resultado, o trabalho vai muito além de gerar guias de impostos, pois envolve a proteção jurídica e a sustentabilidade do projeto. Prestação de contas e relatórios transparentes Em primeiro lugar, o contador elabora as demonstrações contábeis obrigatórias, como o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Período. Desse modo, o Ministério Público e os conselhos municipais fluminenses conseguem fiscalizar a origem e o destino das verbas. Controle de convênios e verbas públicas Atualmente, muitas entidades no Rio de Janeiro firmam parcerias com a prefeitura ou com o governo do estado para executar projetos sociais. Por causa disso, a contabilidade precisa segregar essas receitas e comprovar que o dinheiro foi aplicado exatamente onde o contrato determinava. Como funciona a imunidade e a isenção de impostos no terceiro setor? Uma das maiores vantagens das associações e fundações é o direito de não pagar determinados tributos federais, estaduais e municipais. Entretanto, essa colher de chá não acontece de forma automática, já que exige o cumprimento estrito de exigências da legislação nacional. A princípio, a imunidade barra a cobrança de impostos sobre o patrimônio, renda e serviços da instituição, conforme prevê a Constituição Federal. Por outro lado, a isenção trata de taxas e contribuições sociais, dependendo do preenchimento de requisitos de leis ordinárias. Veja abaixo quais tributos entram nessa engrenagem: Tributo Situação no Terceiro Setor Requisito Principal Imposto de Renda (IRPJ) Imunidade / Isenção Não distribuir lucros de forma alguma; CSLL Isenção Aplicar os recursos integralmente na causa; COFINS Isenção sobre receitas próprias Manter a escrituração contábil regular; ITD (Rio de Janeiro) Isenção estadual Reconhecimento na Secretaria de Fazenda; IPTU (Capital RJ) Imunidade Imóvel próprio e utilizado nas atividades. Benefícios de ter um suporte contábil especializado Contar com o apoio da AndCont garante que a sua entidade caminhe de forma segura, sem surpresas desagradáveis com a Receita Federal. Além disso, a transparência nos números atrai mais investidores e parceiros privados para as suas atividades. Sem dúvida, um escritório generalista pode deixar passar detalhes cruciais sobre a classificação de recursos vinculados, o que gera problemas fiscais. Se você quer entender mais sobre o manejo correto dessas verbas, vale a pena ler sobre o segredo da gestão de doações. Segurança jurídica contra fiscalizações Eventualmente, fiscais podem questionar a aplicação das doações ou a folha de pagamento dos colaboradores da sua instituição no Rio. Contudo, tendo relatórios assinados por especialistas, você responde a qualquer intimação com tranquilidade e rapidez. Facilidade para conquistar titulações importantes Seja como for, obter certificados como o CEBAS ou se qualificar como OS e OSCIP exige documentos contábeis impecáveis. Desse modo, o trabalho técnico abre portas para que a organização receba mais incentivos fiscais e emendas parlamentares. Quando utilizar ou evitar serviços contábeis comuns? Muitos gestores cometem o erro de contratar aquele contador amigo da família que só atende empresas do comércio ou prestadores de serviços tradicionais. Embora a intenção seja boa, essa escolha costuma gerar dores de cabeça enormes no futuro. Quando evitar a contabilidade tradicional Você deve fugir de escritórios comuns quando a sua entidade lida com voluntariado, fundos de reserva específicos ou gratificações da diretoria. Isto é, a contabilidade empresarial comum não domina as Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas ao terceiro setor (ITG 2002). Quando buscar uma assessoria focada Sob o mesmo ponto de vista, o momento ideal para buscar um especialista é logo antes de registrar a ata de fundação no cartório (RCPJ-RJ). Dessa maneira, the estatuto social já nasce blindado e adequado para as exigências das futuras isenções tributárias. Se você atua em outras regiões ou quer comparar os processos de abertura, confira nosso guia prático de abertura de ONG. O passo a passo mostra como a regularização inicial evita travar o CNPJ da entidade. Erros comuns na gestão financeira de ONGs no Rio de Janeiro A falta de informação faz com que ótimos projetos sociais fechem as portas precocemente no território fluminense. Com o intuito de proteger sua jornada, listamos os principais tropeços que a sua diretoria deve passar longe: 1 Misturar o caixa da instituição com as contas pessoais dos diretores ou fundadores da associação; 2 Deixar de entregar as obrigações acessórias federais, como a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) e a DCTFWeb; 3 Contratar profissionais sem o registro correto na carteira de trabalho, confundindo emprego formal com trabalho voluntário; 4 Não emitir os recibos de doação de forma adequada, ignorando as regras de rastreabilidade do dinheiro; 5 Esquecer de renovar alvarás e inscrições municipais obrigatórias junto à Prefeitura do Rio de Janeiro. Por consequência, esses deslizes travam a certidão

Abertura de ONG em São Paulo: Guia prático e legal

3 de junho, 2026

Vontade de mudar o mundo você já tem, mas o labirinto burocrático assusta na hora de iniciar o seu projeto social. De fato, realizar a abertura de ONG em São Paulo exige paciência e o cumprimento de diversas etapas jurídicas específicas na capital paulista. Por causa disso, preparamos este roteiro descomplicado para clarear sua mente e transformar seu propósito em uma instituição regularizada e forte. Muitas pessoas acreditam que registrar uma associação civil na maior cidade do país é uma tarefa impossível sem investimentos gigantescos. Sem dúvida, a capital paulista possui particularidades nos cartórios e órgãos públicos que demandam atenção redobrada dos fundadores. Vamos entender agora como vencer essas barreiras burocráticas de um jeito simples e direto. O que é uma ONG e como ela funciona na prática Primeiramente, precisamos esclarecer que o termo ONG não existe na nossa legislação jurídica brasileira. Na verdade, quando falamos sobre esse modelo de organização, estamos nos referindo a uma associação civil sem fins lucrativos ou a uma fundação. Como resultado dessa escolha, a instituição ganha personalidade jurídica própria para receber recursos e assinar contratos. Uma associação nasce da união de duas ou mais pessoas que se organizam para um objetivo comum, por exemplo, o apoio comunitário. Ao mesmo tempo, todo o dinheiro arrecadado deve ser reinvestido exclusivamente nas atividades da própria instituição social. Atualmente, os projetos do terceiro setor são fundamentais para cobrir lacunas que o poder público deixa nas periferias e centros urbanos. Inegavelmente, a transparência e a boa administração financeira são os pilares que sustentam a sobrevivência dessas entidades no mercado. Gerenciar as verbas recebidas com seriedade atrai mais apoiadores e evita problemas graves com o fisco de São Paulo. Para entender melhor esse fluxo de caixa, vale a pena compreender o segredo da gestão de doações para classificar as receitas corretamente. Passo a passo para a abertura de ONG em São Paulo 1. Definição do propósito e elaboração do estatuto social Antes de mais nada, você precisa reunir o grupo de fundadores para alinhar a missão da futura organização social. Esse alinhamento serve para redigir o estatuto social, que funciona como a constituição interna da sua entidade civil. Certamente, o documento deve conter os objetivos, os direitos dos associados e as regras para eleições da diretoria. 2. Realização da assembleia geral de fundação Logo após a redação do estatuto, o grupo realiza a assembleia geral de fundação com todos os membros envolvidos. Nesse momento, os participantes elegem formalmente os membros da diretoria executiva e também os integrantes do conselho fiscal. Desse modo, cria-se a ata de fundação, um documento obrigatório para os próximos passos do registro público. 3. Registro no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas Com a ata e o estatuto assinados por um advogado, você deve encaminhar os papéis ao cartório competente em São Paulo. Em segundo lugar, o cartório analisa rigorosamente se os textos cumprem as exigências do Código Civil e das normas paulistas. Assim que o órgão aprova a documentação, a sua organização passa a existir legalmente no mundo jurídico. [Assembleia Geral] -> [Assinatura do Advogado] -> [Registro no Cartório de PJ] -> [CNPJ na Receita Federal] 4. Inscrição no CNPJ e cadastros municipais Posteriormente ao registro no cartório, o próximo passo acontece no sistema da Receita Federal para a liberação do CNPJ. Além disso, a prefeitura de São Paulo exige o cadastro de contribuintes mobiliários para a emissão de notas fiscais de serviço. Dessa maneira, a entidade fica totalmente apta para contratar prestadores e receber repasses financeiros de empresas parceiras. Principais certidões e burocracias essenciais Inesperadamente, muitos gestores esquecem que a regularização não termina com a emissão do número do CNPJ na Receita Federal. O terceiro setor convive com uma fiscalização constante, principalmente quando busca fechar parcerias com governos municipal ou estadual. Por isso, manter as certidões negativas de débito atualizadas é uma obrigação vital para a saúde do projeto. Estar em dia com o FGTS, com a previdência social e com os tributos mobiliários garante a participação em editais públicos valiosos. Ademais, essas certidões comprovam a idoneidade da instituição perante grandes empresas privadas que exigem relatórios de conformidade antes de doarem. Descubra quais são as principais certidões exigidas para ONGs para não perder nenhuma oportunidade por falta de papelada. Etapa do Processo Órgão Responsável Documento Emitido Constituição Legal Cartório de Registro de PJ Certidão de Registro e Estatuto Identificação Fiscal Receita Federal do Brasil Cartão do CNPJ Ativo Regularização Local Prefeitura de São Paulo Inscrição Municipal e Alvará Isenção Estadual Secretaria da Fazenda de SP Reconhecimento do ITCMD Erros comuns que atrasam o registro da sua organização Primeiramente, o erro mais frequente na capital paulista é a falta de cuidado na descrição das atividades econômicas no CNPJ. Utilizar códigos inadequados impede o recebimento de verbas específicas e gera problemas na hora de solicitar isenções de impostos. Com o intuito de evitar esse estresse, revise a lista de códigos com profissionais contábeis experientes no assunto. Outro deslize recorrente envolve a divisão de patrimônio em caso de fechamento ou dissolução da associação civil sem fins lucrativos. A legislação determina que os bens acumulados devem ir para outra instituição com objetivos semelhantes em São Paulo. Se o seu estatuto previr a divisão do dinheiro entre os diretores, o cartório recusará o documento na mesma hora. Finalmente, a ausência de assinaturas obrigatórias e o preenchimento incorreto de guias de custas atrasam os processos por semanas. Os cartórios paulistanos são extremamente criteriosos com rasuras ou dados incompletos nos requerimentos enviados para análise jurídica. Com efeito, o suporte de uma contabilidade especializada poupa tempo e economiza recursos valiosos nessa fase inicial da jornada. Vantagens tecnológicas para a gestão do terceiro setor Surpreendentemente, gerenciar uma associação exige tanta eficiência administrativa quanto comandar uma empresa tradicional do mercado privado. A tecnologia surge como uma grande aliada para otimizar o tempo da diretoria e voluntários da sua organização. Atualmente, existem ferramentas fantásticas no ambiente digital focadas em automação e produtividade para causas sociais sem custos abusivos. Muitas empresas globais de software

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A sustentabilidade financeira é um desafio para muitas instituições do Terceiro Setor, mas é fundamental para garantir a continuidade da sua missão e ampliar seu impacto social. Uma instituição financeiramente sólida tem mais autonomia, capacidade de planejamento e, acima de tudo, mais força para transformar vidas. Neste post, a AndCont, especialista em contabilidade e gestão para o Terceiro Setor, compartilha dicas práticas e valiosas para ajudar sua instituição a construir uma base financeira robusta e alcançar seus objetivos. Por que a Saúde Financeira é Crucial? Uma instituição financeiramente saudável: Dicas da AndCont para uma Instituição Financeiramente Sólida A AndCont: Sua Parceira na Construção de um Futuro Sólido A AndCont tem a expertise e a paixão necessárias para ajudar sua instituição a alcançar a saúde financeira e a realizar sua missão com excelência. Oferecemos soluções personalizadas em: Construir uma instituição financeiramente sólida é um desafio, mas é essencial para garantir a sustentabilidade e o impacto do seu trabalho. Com planejamento, disciplina, transparência e o apoio de parceiros especializados como a AndCont, sua instituição pode alcançar seus objetivos e transformar cada vez mais vidas! Quer saber mais sobre como a AndCont pode ajudar sua instituição a construir um futuro financeiramente sólido?

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